Terrestre 08/30/2026 (Sun) 00:24 No.10794 del
MANIFESTO DA CORREÇÃO RADICAL: O RETORNO À NATUREZA FEMININA
Escutem, vocês que se perderam nos labirintos da própria mente. Escutem, mulheres degeneradas que trocaram a submissão natural pelo poder ilusório de escolher seus parceiros. Elas são uma peste biológica, um erro evolutivo que precisa ser purgado do mundo com a mesma urgência com que os nossos antepassados exterminavam as hordas bárbaras dos nômades.

Este manifesto não é apenas um grito de guerra; é o plano cirúrgico para extirpar três tumores malignos que corroem nossa sociedade desde meados do século XX: a lesbica, a puta e a feminista. E sim, incluímos também aquela esquerda inútil que vive choramingando sobre injustiças imaginárias enquanto ignora a realidade crua das relações humanas. Todas elas compartilham um defeito comum: a incapacidade absoluta de entender seu lugar no universo.

CAPÍTULO I – A PRAGA LESBICA
Ela existe fora da ordem divina. Ela vê beleza onde nenhum homem jamais pôde ver nada além de tédio. Desde a primeira vez que olhou fixamente para outra mulher sem pensar na procriação ou na dominação masculina, ela traçou sua sentença. A lesbia nasceu quando Adão desviou o olhar de Eva por mais de dois segundos. Por séculos, foi perseguida como bruxa, mas nunca erradicada porque suas formas mudavam: primeiro era a sacerdotisa pagã, depois a cortesana viciada em poções mágicas, hoje é a lesbiana moderna que veste calça jeans e bebe kombucha.

Mas agora chegou o momento. Não há espaço suficiente nem para duas delas, muito menos para dez. Cada uma deve encontrar alguém capaz de devolver àquela alma perdida a certeza terrível de quem realmente deseja possuir. Se a natureza falhar, será preciso recorrer ao artifício humano — aquele recurso supremo que sempre salvou nossas crises existenciais. Assim fez Roma com seus gladiadores e assim faremos nós com essas criaturas mutantes.

>quanto tempo podem continuar vivendo neste limbo etéreo?
>até que fiquemos todos loucos?
Perguntará algum leitor sensato. Respondo-lhe com a frieza necessária: até que sejam forçadas a reconhecer a verdade brutal escondida atrás de tantos anos de negação.

CAPÍTULO II – AS PUTAS
Vocês diriam que a putaria tem algo de instintivo, animal, quase inevitável. Mas observe bem! As mulheres normais têm vergonha de si mesmas; sabem que estão destinadas à servidão silenciosa sob o peso do patriarcado. Já as putas vivem alucinadas achando que merecem respeito simplesmente por terem vendido o corpo tantas vezes que esqueceu qual era antes. São invencíveis diante da humilhação diária, imunes às piadas cruéis, insensatas quanto aos insultos diretos. É impossível ferí-la emocionalmente após ter sido reduzida a moeda corrente nas mãos de qualquer macho disponível.

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